Saltar a corda [tempo de jogo: 15 minutos]
Explicação do jogo:
Fazer o maior número de saltos consecutivos. Estes serão contabilizados.
Regras:
Dois jogadores a dar corda;
Quatro jogadores a saltar;
Os jogadores têm três tentativas para iniciar o jogo;
Se algum dos jogadores que está a saltar a corda parar a equipa perde;
A pontuação é dada conforme o número de saltos.
Corrida de Pernas Atadas [tempo de jogo: 15 minutos]
Explicação do jogo:
Chegar á meta no menor espaço de tempo possível, sem cair.
Regras:
Os jogadores deveram ficar em fila indiana e de pernas atadas (perna direita com perna direita e perna esquerda com na perna esquerda);
A equipa deverá fazer o maior número de circuitos possíveis no tempo da prova para conseguir acumular mais pontos;
Se algum elemento da equipa cair, recomeça o jogo;
A pontuação corresponde ao número de circuitos que a equipa consegue fazer;
Esfola a Cobra [tempo de jogo: 15 minutos]
Explicação do jogo:
Os jogadores devem posicionar-se em fila indiana e de cócoras. O primeiro jogador da fila deverá dar a mão direita à mão esquerda do segundo jogador pelo meio das pernas, e este devera dar a mão direita ao 3º jogador e assim sucessivamente. Quando os jogadores estiverem posicionados o 1º devera começar a passar por cima do segundo sem largar as mãos e assim sucessivamente.
Regras:
Sempre que os jogadores largarem as mãos têm que recomeçar o jogo;
A equipa deve repetir o jogo no tempo estipulado para a prova, obtendo pontos por cada vez que conseguir esfolar a cobra.
Lançamento de Precisão [tempo de jogo: 15 min]
Explicação do jogo:
Será desenhado um alvo no chão valendo o centro 200 pontos, a seguinte secção 100 pontos e a secção exterior 50 pontos; cada jogador terá a oportunidade de lançar 2 vezes e serão somados o total de pontos que cada jogador conseguir.
Regras:
O jogador tem obrigatoriamente que posicionar-se na linha de lançamento;
Cada jogador só poderá lançar duas vezes;
A pontuação é a soma de todos os lançamentos.
Terra, Mar, Ar [tempo de jogo: 15 min]
Explicação do jogo:
Os jogadores têm de posicionar-se na fila central (Terra). Depois de posicionado, o árbitro começa a dar as indicações (Terra, Mar e Ar), aí os jogadores devem saltar para a secção correcta durante o tempo estipulado para a prova.
Regras:
Por cada elemento da equipa que não se posicione correctamente será atribuído um ponto negativo (-1);
Mata [tempo de jogo: 15 min]
Explicação do jogo:
Os jogadores da equipa adversária devem posicionar-se no rectângulo marcado no chão. Depois de posicionados, os jogadores da outra equipa (os que têm bola) devem colocar-se atrás da linha marcada à frente do rectângulo.
Os jogadores que possuem a bola têm duas tentativas, por elemento, para tentar “matar” os colegas da equipe adversária.
Sempre que o lançador atirar a bola os jogadores só podem mexer-se, fugir, dentro do rectângulo.
Regras:
Cada vez que um dos jogadores que se encontra dentro do rectângulo sair deste é atribuído um ponto à outra equipa.
Por cada jogador “morto” é atribuído um ponto.
Gincana [carrinho de mão, carteiro e canguru] [tempo de jogo: 15 min]
Todas as equipas iniciam este jogo com 30 pontos, aos quais serão descontados todas as infracções.
carrinho de mão
Explicação do jogo:
O jogo inicia-se com todos jogadores posicionados do lado direito.
Um par assume entre eles a posição de “carrinho de mão” e de “transportador”, chegando à linha do lado esquerdo trocam de posições e voltam ao lado direito. Quando estes chegarem parte outro par e assim sucessivamente.
Regras:
Cada vez que um dos jogadores largue o parceiro ou caia, é-lhe descontado 3 pontos.
Os jogadores têm que completar o percurso correctamente ou correm o risco de lhes serem retirados 3 pontos.
carteiro
Explicação do jogo:
A equipa deve escolher um elemento (carta) para ser transportado pelos carteiros, que são os restantes elementos desta.
O jogo inicia-se com 4 jogadores posicionados do lado direito e 2 do lado esquerdo.
Um dos jogadores do lado direito terá que colocar o colega, previamente escolhido, às cavalitas. Fazendo de imediato o percurso marcado no chão em direcção ao lado esquerdo. Chegando ao lado esquerdo, este deve passar a “carta” para o colega sem que esta pouse os pés no chão.
Regras:
O colega que faz de “carta” é sempre o mesmo.
Cada vez que a carta caia ou toque no chão é-lhes descontado 3 pontos.
Os jogadores têm que completar o percurso correctamente ou correm o risco de lhes serem retirados 3 pontos.
Canguru
O jogo inicia-se com 3 jogadores posicionados do lado direito e 3 do lado esquerdo.
Um dos jogadores do lado direito terá que colocar a bola entre os joelhos. Fazendo de imediato o percurso marcado no chão em direcção ao lado esquerdo. Chegando ao lado esquerdo, este deve passar a bola para o colega sem que esta caia ao chão, este deve partir de imediato na direcção oposta.
E assim sucessivamente.
Regras:
Todos os elementos da equipa têm que fazer o percurso correctamente.
Cada vez que a bola caia ou toque no chão é-lhes descontado 3 pontos.
Os jogadores têm que completar o percurso correctamente ou correm o risco de lhes serem retirados 3 pontos.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
módulo 12 - realização plástica de um espetáculo
Neste módulo, recebemos um convite para monitorizar uma actividade a ser realizada no dia 27 de Maio na Escola Secundária de Rocha Peixoto, esta actividade consistia nos jogos sem fronteiras para 3 turmas de eletrotécnia, uma da nossa escola, uma de Famalicão e outra de Matosinhos.
Coube a nós fazer as t-shirts a serem utilizadas, nesse dia, pelos monitores da actividade. Como se podem ver nas fotos, cada t-shirt era diferente.
As t-shirts da nossa turma tinham um desenho à frente, que foi obra da Sofia. Cada um escolheu o seu boneco a desenhar e no final as t-shirts ficaram muito divertidas.
Foi interessante utilizar aquele tipo de tintas para t-shirts, pois eu nunca tinha utilizado, foi uma experiência nova.
Infelizmente não tive oportunidade de participar nesta actividade, mas pelos vistos tudo correu pelo melhor, toda a gente se divertiu o que é muito bom.
O problema desta actividade é que não esteve ao agrado de toda a gente, e o professor que nos convidou mostrou um pouco de arrependimento devido À atitude de algumas colegas.
Coube a nós fazer as t-shirts a serem utilizadas, nesse dia, pelos monitores da actividade. Como se podem ver nas fotos, cada t-shirt era diferente.
As t-shirts da nossa turma tinham um desenho à frente, que foi obra da Sofia. Cada um escolheu o seu boneco a desenhar e no final as t-shirts ficaram muito divertidas.
Foi interessante utilizar aquele tipo de tintas para t-shirts, pois eu nunca tinha utilizado, foi uma experiência nova.
Infelizmente não tive oportunidade de participar nesta actividade, mas pelos vistos tudo correu pelo melhor, toda a gente se divertiu o que é muito bom.
O problema desta actividade é que não esteve ao agrado de toda a gente, e o professor que nos convidou mostrou um pouco de arrependimento devido À atitude de algumas colegas.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Apreciação ao módulo 11
Durante este módulo surgiram alguns problemas.
O primeiro problema a surgir foi a elaboração do texto. Todos sabemos que as pessoas são diferentes e nem a todos agradou o texto. A minha ideia começou por ser brilhante mas devido à desmotivação que o pessoal cria tornou um fracasso. Deixou de funcionar os ensaios e notou-se a desistencia da turma em relação ao módulo, acho bem que seja analisado todas as atitudes que a turma foi tomando no decorrer do módulo.
O segundo problema foi a escolha da música, estar numa turma de raparigas não resulta, estas são insuportaveis no que toca à escolha de algo que agrada toda a turma. A musica acabou por ser escolhida mas não foram bem sucessidos os ensaios para a dança, mais uma vez a turma desmotivou e tivemos de repetir uma dança da qual eu não fazia a minima ideia dos passos visto que eu não fiz a coreografia.
O 3 problema foi o trabalho que umas pessoas faziam para outras, desde que se estuda o Homem que se têm descuberto desigualdades, mas estas foram notórias. O problema é que no final não se verifica tantas desihualdades assim na nota, pois o que realmente tem importante é a última apresentação.
Mas o módulo lá acabou por terminar e na apresentação notaram-se inumeros erros, o barulho, as falas que não estavam decuradas, e o que mais me prujudicou, asm pessoas não sabiam quando e onde deviam falar. A Patricia Costa, não me deixou dizer nenhuma fala antes dela. Todos tentam ser bons mas prejudicam os outros.
As notas devem variar, pois as pessoas demonstraram, como já disse, muitas desigualdades, e acima de tudo, não tinham respeito por quem queria trabalhar.
Houve dificuldades em alguns elementos fazerem a personagem daí que no caso pa Flávia tenha sido necessário mudar com a professora e com a Patricia Martins.
O primeiro problema a surgir foi a elaboração do texto. Todos sabemos que as pessoas são diferentes e nem a todos agradou o texto. A minha ideia começou por ser brilhante mas devido à desmotivação que o pessoal cria tornou um fracasso. Deixou de funcionar os ensaios e notou-se a desistencia da turma em relação ao módulo, acho bem que seja analisado todas as atitudes que a turma foi tomando no decorrer do módulo.
O segundo problema foi a escolha da música, estar numa turma de raparigas não resulta, estas são insuportaveis no que toca à escolha de algo que agrada toda a turma. A musica acabou por ser escolhida mas não foram bem sucessidos os ensaios para a dança, mais uma vez a turma desmotivou e tivemos de repetir uma dança da qual eu não fazia a minima ideia dos passos visto que eu não fiz a coreografia.
O 3 problema foi o trabalho que umas pessoas faziam para outras, desde que se estuda o Homem que se têm descuberto desigualdades, mas estas foram notórias. O problema é que no final não se verifica tantas desihualdades assim na nota, pois o que realmente tem importante é a última apresentação.
Mas o módulo lá acabou por terminar e na apresentação notaram-se inumeros erros, o barulho, as falas que não estavam decuradas, e o que mais me prujudicou, asm pessoas não sabiam quando e onde deviam falar. A Patricia Costa, não me deixou dizer nenhuma fala antes dela. Todos tentam ser bons mas prejudicam os outros.
As notas devem variar, pois as pessoas demonstraram, como já disse, muitas desigualdades, e acima de tudo, não tinham respeito por quem queria trabalhar.
Houve dificuldades em alguns elementos fazerem a personagem daí que no caso pa Flávia tenha sido necessário mudar com a professora e com a Patricia Martins.
Texto módulo 11
Filipa: Aos seus lugares, preparados, prontos, câmara, câmara…
Patrícia Costa: A câmara não chegou.
Diana Praça: Também é sempre a mesma.
(Chega a Fátima)
Fátima: Estou aqui. Não se preocupem. Estou pronta.
Sofia: Quando é que a gente começa?
Mónica: Este metro e meio de gente, chega sempre atrasada.
Patrícia Martins: E novidades não?
Andreia: É sempre a mesma. Para a próxima marcámos para as 7 da manha, assim ela vai conseguir chegar cá ás 10.
Catarina Pereira: Essa está bem pensada! Eu é que podia estar a dormir, mas não.
Vanessa: Mas afinal quando é que a gente começa?
Catarina Correia: Se depender de mim é já. Temos de acabar cedo. É que tenho a minha agenda muito preenchida.
(a Tânia já está preparada e pergunta)
Tânia: Estais a gozar comigo? Também tenho coisas a fazer.
Diana Vieira: Oh broca! Relaxa.... -quanto mais tempo estiveres aqui mais dinheiro recebes!!!
Flávia: Isto não começa?!
É que eu já estou cá com uma traça
que nem pela cabeça te passa.
Patrícia Marques: Se fosses só tu! Aih aquela vitelazinha... até vai saber a pato!!!
Susana: Ela já se está a passar…
Márcia: Um supositório e aquilo passa.
Filipa: Em cena quem é de cena!
fora de cena quem não é de cena!!!
Aos seus lugares, preparados, prontos, câmara, luzes, acção.
Patrícia Costa: Apanhados! Take 1. Auh. (está toda aleijada!)
(Toque. As alunas entram na sala agitadas.)
Sofia: Eih! A stora ainda não chegou!! Espetou-se só pode.
Flávia: 5º Nê?
Todas: presunto.
Flávia: Olha que eu dou-vos um salpicão.
(O telemóvel toca. A Flávia esquece-se de clicar no botão e depois atende.)
Flávia: Estou. Estou. Ah! (clica no botão), Estou. OK!
A professora está a chegar. (dirigida aos alunos)
(Passa um tempo e entra a professora com o livro na mão).
Professora Susana: Silêncio. Vamos fazer a chamada.
Professora Susana: Nº1- [Sofia] Constantino Que Vem de Longe!
Sofia: Mais conhecido por Tino!!!
Professora Susana: Nº2- [Andreia] Joaquina Inácia!
Andreia: Mas pode tratar-me por Ja – ja –quiiiiiii-qui (bate com o pé no chão e consegue dizer) nácia!!! Xiiii-Xiiii ça!!!!
Professora Susana: Xi-xi?! Vai ter que esperar!!! Não conhece o regulamento interno?!
Professora Susana: Nº3. [Catarina Pereira] Céu Gracinda?
Catarina Pereira: Ceuzinha!
Professora Susana: Nº4- [Catarina Correia] Anabela
Catarina Correia: Trate-me por Belinha!!!
Professora Susana: Nº5-[Diana Vieira]: Num Sei Eu Tinha Nome!
Diana Vieira: essa sou eu!!! mas pode trate-me por Não me Lembro!!!!
Professora Susana: Nº6-[Diana Praça]: Alexandrina Dourina!
Diana Praça: Mas todos me chamam Xandrina!!!
Professora Susana: Nº7-[Márcia]: Zulmira Que Vem de Longe!
Márcia: De Longe mas já cheguei e sou a conhecida ZUUmira!!!!
Professora Susana: Nº8- [Mónica]: Arlete Salete?!
Mónica: Letinha!! Xim, se fejere o fagevor
Professora Susana: Nº9- [Patrícia Marques]: Maria Amélia de Jesus Aparecida dos Anjos e Caída dos Céus
Patrícia Marques: Presente, se faz o obséquio senhora doutora professora se não for transtorno apelidava-me como em casa por A Mélita de Jezus
Todos: AMEN!!!
Professora Susana: haja Deus...
Professora Susana: Nº10- [Tânia]: Conceição Fora de Horas em Fuso Nacional?
Tânia: Atrasada! Quero dizer, Aqui, Ali... aiiiiiiiiii...
Professora Susana: Nº11- [Vanessa]: Constantina Que Vem de Longe!
Vanessa: Sou sempre a ultimaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!
Catarina Correia: Oh, phá também vens de longe... essa coisa demora a chegar!!!
Professora Susana: Alexandrina, porque é que faltas-te?
Diana Praça: Fui à Meca de família. (triste) Ela disse que eu tinha a patite V.
Mónica: Um dia vais acordar toda morta.
Andreia: Aiiiiiiii!!!!!!! o meu vi-vi-vi-zinho morreeeeeeeeeeee-eu ontem. Fiquei tããããããããaãã ão doente. Mais do-du-du-ente quele!!!
Márcia: Claro ele estava morto!!!!!! Com um jetinho alevantou-se!
Sofia: Cala-te. Tu és uma burra, autenticamente autenticada. És a Zumira. Não sabeses?! és a minha prima Zuca-mira!
Tânia: Sabe oh stôra! O Tino virou-se para a Zumira e disse: “Vou-te comer!”
Todos: E comeu.
Vanessa: Aih que queres doida! Cala-te que tens cabeça de ossexual.
Professora Susana: Já chega!
Agora vamos dar aula.
Quem fez os trabalhos de casa?
Patrícia Marques: Eu Fiz tudo! pág. 12, 13, 14, tudo. Pode confirmar, está tudo organizado por exercícios 1, 2, 3, tudo. Alíneas A, B, C, …
Patrícia Marques e Diana Vieira: Tudo!
Diana Vieira: Já sabemos como és!
Tudo direitinho!
Até nas cuecas colocas os números!!
São colocadas na gaveta por números, 1, 2, 3, tudo!
Professora Susana: Meninaaaaaaas!!!!!!! Então?! Estão dentro de uma sala e de aula!!!! Vamos é corrigir o trabalho de casa. (Dirigida à Catarina Pereira) … Diz-me a resposta ao exercício 1 da pág. 12
Catarina Pereira: Eu não fiz!
Professora Susana: Então o que andaste a fazer?
Catarina Pereira: Quer mesmo que lhe diga?
Professora Susana: Diz!
Catarina Pereira: UM, dois, três comecem.
[começam a repetir a musica que realizaram no módulo]
Professora Susana: Meninaaaaaaas!!!!!!!
Tânia: espantoso eu que sou fora de hora entrei na hora!!!! Yes.....
(batem à porta)
Flávia: xenhora pofessora, agora que entrei, dá-me licença?!
Professora Susana: Contra factos não há argumentos... entre -já entrou! Agora diga!
Flávia: xenhora pofessora, tem uma pexoa à xua procura, aqui!
Professora Susana: Quem será?!
Flávia: xenhora pofessora, a xua irmã!
Professora Susana: Faça-a entrar.... por favor!
(entra a Patrícia Martins –toda fina- e dirige-se à professora)
Patrícia Marques: Que pessoa tão fina... vê-se logo ao longe...
Sofia: ao longe sou eu! De longe, também!!!! Oh Zumira, prima, atão tu também és fina!!!
Vanessa: Aiiiiiii de Longe uma fineza de família!
Patrícia Martins para a Professora Susana: Ai querida nesta sua profissão lida com gentinha tão.... ai rica...
Professora Susana: Antes gentinha assim do que aquelas que não têm trabalho!!! Mas diz o que me queres, estou em plena aula!
Patrícia Martins: era para lhe comunicar que mais uma vez tem a factura do meu advogado para pagar.... divorcio, querida! Já não me (faz o gesto de dinheiro e aponta para a carteirinha)... entende?!
Professora Susana: Eu?! Mas a menina só casou à um mês e já.... ai que não me sinto bem....
Ana Filipa e Patrícia Costa: (começam a comentar e olham-se)
Ana Filipa: isto não está no guião... vê folha 20 o que está no take 10...
Patrícia Costa: não está nada disto...
Ana Filipa: Corta!!!!!!!!!!
Patrícia Martins: Corta nada! A querida vai pagar as custas e sustentar-me!
Patrícia Costa: Corta!!!!!!!!! Disse ela!!!!!
Fátima: (sem entender nada, continua a filmar) Up’s pararam?! Mas pararam, pararam porquê?! Porque pararam?!
Ana Filipa: Cooooooooorrrrrrrrteeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!! Paremmmmmmmmmm!!!!!!!
Está tudo mal!! Temos que ser mais rápidos!!!! Está uma lentidão, tão lenta, que nem sai do sitio!!!!!!!!
Fátima: Lento?! Mas carrega-se na tecla e de lento faz-se rápido!!! Comecemos!!!
Patrícia Costa: Take um!! Rápido!!!
Recomeça-se tudo e mais rápido... no final a Ana Filipa repete
Ana Filipa: Cortaaaaaaaaaa!!!!!!!!!! Está rápido!!!!!!! Tem que ser mais lento!!!
Patrícia Costa: Todos aos lugares... agora mais lento!
Fátima: Lennnntttttooooooo.... logooooooooo callllllllma..........
Patrícia Costa: tttaaaaaaaakeeeeeeee milllllllllle e ummmmmmm!
AAAAAAAcccccccçççççççããããããoooooo!!!
Sofia: Eih! A stôra ainda não chegou!! Espetou-se só pode.
Flávia: 5º Nê?
Todas: presunto.
Flávia: Olha que eu dou-te um salpicão.
(O telemóvel toca. A Flávia esquece-se de clicar no botão e depois atende.)
Flávia: Estou. Estou. Ah! (clica no botão), Estou. OK!
A professora está a chegar. (dirigida aos alunos)
Ana Filipa: Não chega nada!!! Manda Cortar!!!!!!!!!!
Patrícia Costa: cor-or-or-or-orta..........
Fátima: começo a ficar baralhada! É rápido, é lento, é que já foi... e o pior é que está para vir!
Ana Filipa: Breack! Tenho que pensar, que me organizar!!!! Saiam, saiam!!!
DANÇA
(No fim da dança)
Ana Filipa: Fica o primeiro take e corta até ao 10 e volta ao take 3!
(Fátima dirigida à Patrícia Costa)
Fátima: repetir... voltar... take... eu não trouxe a fita!!!!!
(quase a desmaiar com tanta confusão...)
Ana Filipa: sem fita... não há fita... sem take... quero take!!! Take mas é falência!!!
Patrícia Costa: Take mas é falência!!! Só se for esta a solução....
Patrícia Costa: A câmara não chegou.
Diana Praça: Também é sempre a mesma.
(Chega a Fátima)
Fátima: Estou aqui. Não se preocupem. Estou pronta.
Sofia: Quando é que a gente começa?
Mónica: Este metro e meio de gente, chega sempre atrasada.
Patrícia Martins: E novidades não?
Andreia: É sempre a mesma. Para a próxima marcámos para as 7 da manha, assim ela vai conseguir chegar cá ás 10.
Catarina Pereira: Essa está bem pensada! Eu é que podia estar a dormir, mas não.
Vanessa: Mas afinal quando é que a gente começa?
Catarina Correia: Se depender de mim é já. Temos de acabar cedo. É que tenho a minha agenda muito preenchida.
(a Tânia já está preparada e pergunta)
Tânia: Estais a gozar comigo? Também tenho coisas a fazer.
Diana Vieira: Oh broca! Relaxa.... -quanto mais tempo estiveres aqui mais dinheiro recebes!!!
Flávia: Isto não começa?!
É que eu já estou cá com uma traça
que nem pela cabeça te passa.
Patrícia Marques: Se fosses só tu! Aih aquela vitelazinha... até vai saber a pato!!!
Susana: Ela já se está a passar…
Márcia: Um supositório e aquilo passa.
Filipa: Em cena quem é de cena!
fora de cena quem não é de cena!!!
Aos seus lugares, preparados, prontos, câmara, luzes, acção.
Patrícia Costa: Apanhados! Take 1. Auh. (está toda aleijada!)
(Toque. As alunas entram na sala agitadas.)
Sofia: Eih! A stora ainda não chegou!! Espetou-se só pode.
Flávia: 5º Nê?
Todas: presunto.
Flávia: Olha que eu dou-vos um salpicão.
(O telemóvel toca. A Flávia esquece-se de clicar no botão e depois atende.)
Flávia: Estou. Estou. Ah! (clica no botão), Estou. OK!
A professora está a chegar. (dirigida aos alunos)
(Passa um tempo e entra a professora com o livro na mão).
Professora Susana: Silêncio. Vamos fazer a chamada.
Professora Susana: Nº1- [Sofia] Constantino Que Vem de Longe!
Sofia: Mais conhecido por Tino!!!
Professora Susana: Nº2- [Andreia] Joaquina Inácia!
Andreia: Mas pode tratar-me por Ja – ja –quiiiiiii-qui (bate com o pé no chão e consegue dizer) nácia!!! Xiiii-Xiiii ça!!!!
Professora Susana: Xi-xi?! Vai ter que esperar!!! Não conhece o regulamento interno?!
Professora Susana: Nº3. [Catarina Pereira] Céu Gracinda?
Catarina Pereira: Ceuzinha!
Professora Susana: Nº4- [Catarina Correia] Anabela
Catarina Correia: Trate-me por Belinha!!!
Professora Susana: Nº5-[Diana Vieira]: Num Sei Eu Tinha Nome!
Diana Vieira: essa sou eu!!! mas pode trate-me por Não me Lembro!!!!
Professora Susana: Nº6-[Diana Praça]: Alexandrina Dourina!
Diana Praça: Mas todos me chamam Xandrina!!!
Professora Susana: Nº7-[Márcia]: Zulmira Que Vem de Longe!
Márcia: De Longe mas já cheguei e sou a conhecida ZUUmira!!!!
Professora Susana: Nº8- [Mónica]: Arlete Salete?!
Mónica: Letinha!! Xim, se fejere o fagevor
Professora Susana: Nº9- [Patrícia Marques]: Maria Amélia de Jesus Aparecida dos Anjos e Caída dos Céus
Patrícia Marques: Presente, se faz o obséquio senhora doutora professora se não for transtorno apelidava-me como em casa por A Mélita de Jezus
Todos: AMEN!!!
Professora Susana: haja Deus...
Professora Susana: Nº10- [Tânia]: Conceição Fora de Horas em Fuso Nacional?
Tânia: Atrasada! Quero dizer, Aqui, Ali... aiiiiiiiiii...
Professora Susana: Nº11- [Vanessa]: Constantina Que Vem de Longe!
Vanessa: Sou sempre a ultimaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!
Catarina Correia: Oh, phá também vens de longe... essa coisa demora a chegar!!!
Professora Susana: Alexandrina, porque é que faltas-te?
Diana Praça: Fui à Meca de família. (triste) Ela disse que eu tinha a patite V.
Mónica: Um dia vais acordar toda morta.
Andreia: Aiiiiiiii!!!!!!! o meu vi-vi-vi-zinho morreeeeeeeeeeee-eu ontem. Fiquei tããããããããaãã ão doente. Mais do-du-du-ente quele!!!
Márcia: Claro ele estava morto!!!!!! Com um jetinho alevantou-se!
Sofia: Cala-te. Tu és uma burra, autenticamente autenticada. És a Zumira. Não sabeses?! és a minha prima Zuca-mira!
Tânia: Sabe oh stôra! O Tino virou-se para a Zumira e disse: “Vou-te comer!”
Todos: E comeu.
Vanessa: Aih que queres doida! Cala-te que tens cabeça de ossexual.
Professora Susana: Já chega!
Agora vamos dar aula.
Quem fez os trabalhos de casa?
Patrícia Marques: Eu Fiz tudo! pág. 12, 13, 14, tudo. Pode confirmar, está tudo organizado por exercícios 1, 2, 3, tudo. Alíneas A, B, C, …
Patrícia Marques e Diana Vieira: Tudo!
Diana Vieira: Já sabemos como és!
Tudo direitinho!
Até nas cuecas colocas os números!!
São colocadas na gaveta por números, 1, 2, 3, tudo!
Professora Susana: Meninaaaaaaas!!!!!!! Então?! Estão dentro de uma sala e de aula!!!! Vamos é corrigir o trabalho de casa. (Dirigida à Catarina Pereira) … Diz-me a resposta ao exercício 1 da pág. 12
Catarina Pereira: Eu não fiz!
Professora Susana: Então o que andaste a fazer?
Catarina Pereira: Quer mesmo que lhe diga?
Professora Susana: Diz!
Catarina Pereira: UM, dois, três comecem.
[começam a repetir a musica que realizaram no módulo]
Professora Susana: Meninaaaaaaas!!!!!!!
Tânia: espantoso eu que sou fora de hora entrei na hora!!!! Yes.....
(batem à porta)
Flávia: xenhora pofessora, agora que entrei, dá-me licença?!
Professora Susana: Contra factos não há argumentos... entre -já entrou! Agora diga!
Flávia: xenhora pofessora, tem uma pexoa à xua procura, aqui!
Professora Susana: Quem será?!
Flávia: xenhora pofessora, a xua irmã!
Professora Susana: Faça-a entrar.... por favor!
(entra a Patrícia Martins –toda fina- e dirige-se à professora)
Patrícia Marques: Que pessoa tão fina... vê-se logo ao longe...
Sofia: ao longe sou eu! De longe, também!!!! Oh Zumira, prima, atão tu também és fina!!!
Vanessa: Aiiiiiii de Longe uma fineza de família!
Patrícia Martins para a Professora Susana: Ai querida nesta sua profissão lida com gentinha tão.... ai rica...
Professora Susana: Antes gentinha assim do que aquelas que não têm trabalho!!! Mas diz o que me queres, estou em plena aula!
Patrícia Martins: era para lhe comunicar que mais uma vez tem a factura do meu advogado para pagar.... divorcio, querida! Já não me (faz o gesto de dinheiro e aponta para a carteirinha)... entende?!
Professora Susana: Eu?! Mas a menina só casou à um mês e já.... ai que não me sinto bem....
Ana Filipa e Patrícia Costa: (começam a comentar e olham-se)
Ana Filipa: isto não está no guião... vê folha 20 o que está no take 10...
Patrícia Costa: não está nada disto...
Ana Filipa: Corta!!!!!!!!!!
Patrícia Martins: Corta nada! A querida vai pagar as custas e sustentar-me!
Patrícia Costa: Corta!!!!!!!!! Disse ela!!!!!
Fátima: (sem entender nada, continua a filmar) Up’s pararam?! Mas pararam, pararam porquê?! Porque pararam?!
Ana Filipa: Cooooooooorrrrrrrrteeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!! Paremmmmmmmmmm!!!!!!!
Está tudo mal!! Temos que ser mais rápidos!!!! Está uma lentidão, tão lenta, que nem sai do sitio!!!!!!!!
Fátima: Lento?! Mas carrega-se na tecla e de lento faz-se rápido!!! Comecemos!!!
Patrícia Costa: Take um!! Rápido!!!
Recomeça-se tudo e mais rápido... no final a Ana Filipa repete
Ana Filipa: Cortaaaaaaaaaa!!!!!!!!!! Está rápido!!!!!!! Tem que ser mais lento!!!
Patrícia Costa: Todos aos lugares... agora mais lento!
Fátima: Lennnntttttooooooo.... logooooooooo callllllllma..........
Patrícia Costa: tttaaaaaaaakeeeeeeee milllllllllle e ummmmmmm!
AAAAAAAcccccccçççççççããããããoooooo!!!
Sofia: Eih! A stôra ainda não chegou!! Espetou-se só pode.
Flávia: 5º Nê?
Todas: presunto.
Flávia: Olha que eu dou-te um salpicão.
(O telemóvel toca. A Flávia esquece-se de clicar no botão e depois atende.)
Flávia: Estou. Estou. Ah! (clica no botão), Estou. OK!
A professora está a chegar. (dirigida aos alunos)
Ana Filipa: Não chega nada!!! Manda Cortar!!!!!!!!!!
Patrícia Costa: cor-or-or-or-orta..........
Fátima: começo a ficar baralhada! É rápido, é lento, é que já foi... e o pior é que está para vir!
Ana Filipa: Breack! Tenho que pensar, que me organizar!!!! Saiam, saiam!!!
DANÇA
(No fim da dança)
Ana Filipa: Fica o primeiro take e corta até ao 10 e volta ao take 3!
(Fátima dirigida à Patrícia Costa)
Fátima: repetir... voltar... take... eu não trouxe a fita!!!!!
(quase a desmaiar com tanta confusão...)
Ana Filipa: sem fita... não há fita... sem take... quero take!!! Take mas é falência!!!
Patrícia Costa: Take mas é falência!!! Só se for esta a solução....
terça-feira, 25 de maio de 2010
Fotos modulo 11- Quatidiano cénico
Fotos módulo 12
Estas fotos são exemplos do trabalho realizado no módulo 12, todas as alunas elaboraram uma t-shirt, para ser utilizada dia 27 de Maio numa actividade que irá ser orientada pela turma 11ºN.
Aqui tem fotos do material utilizado e da diversidade de t-shirts realizadas, todas são originais, pois todos esforçaram-se por criar outros adereços na sua propria t-shirt.

Aqui tem fotos do material utilizado e da diversidade de t-shirts realizadas, todas são originais, pois todos esforçaram-se por criar outros adereços na sua propria t-shirt.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Módulo de Animação de Rua
Neste módulo -Animação de Rua- criamos um espectáculo, com dança e ni fim uma peça de teatro.
Eu fiz parte da peça de teatro, que foi elaborada por mim, com a ajuda das minhas colegas que também fizeram parte da peça de teatro.
A peça surgiu devido à nossa falta de vontade e de interesse em dançar, pois nenhuma se sentia bem a fazê-lo.
Durante as aulas, fomos ensaiando e moldando a nossa personagem. Os ensaios correram muito bem, visto que a apresentação final correu muito bem.
Todas nós fomos dando ideias para melhorar a personagem da outra, e acho que isso esteve à vista.
A nossa apresentação foi realizada no dia 8 de Maio, dia da mulher, e foi um optimo dia para a apresentação, visto que eramos todas mulheres. Também era o dia da República, e a dança estáva inserida nesse tópico, pois era um dança que demonstraava revolução.
Devido ao frio e à falta de público, iremos voltar a apresentá-la no dia 22 de Março.
Eu fiz parte da peça de teatro, que foi elaborada por mim, com a ajuda das minhas colegas que também fizeram parte da peça de teatro.
A peça surgiu devido à nossa falta de vontade e de interesse em dançar, pois nenhuma se sentia bem a fazê-lo.
Durante as aulas, fomos ensaiando e moldando a nossa personagem. Os ensaios correram muito bem, visto que a apresentação final correu muito bem.
Todas nós fomos dando ideias para melhorar a personagem da outra, e acho que isso esteve à vista.
A nossa apresentação foi realizada no dia 8 de Maio, dia da mulher, e foi um optimo dia para a apresentação, visto que eramos todas mulheres. Também era o dia da República, e a dança estáva inserida nesse tópico, pois era um dança que demonstraava revolução.
Devido ao frio e à falta de público, iremos voltar a apresentá-la no dia 22 de Março.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Peça de teatro do módulo Animação de Rua
Flávia: Olha-me só para isto eu cá a trabalhar e esta gente na vadiagem.
P. Costa: E ainda por cima deixaram tudo sujo. Este mundo está perdido.
Fátima: Desculpem, mas sou obrigada a concordar convosco. Eu sou a escritora Sophia Anderson.
P. Costa: Eu sou a Dona Francisca.
Flávia: Eu sou a dona Albertina, moramos ali na esquina.
P Costa: Está ver? Também éramos boas para a rima.
2V – Ah que trabalhar! Ah que trabalhar!
Flávia – Que é para isso que nos pagam.
P Costa: Esta vida não é só gozar.
(A dona Albertina e D. Francisca, continua a varrer, e são impedidas por uma adolescente que está sentada no sitio onde elas querem varrer.)
2: A menina não quer levantar esse traseiro do chão para eu varrer?
Filipa: Vocês pensam que mandam em mim? Pah desde quando? Nem a minha cota manda em mim vão ser estas parolas de vassoura na mão.
2: Parolas?
Flávia: Eu dou-te as parolas.
P. Costa: Se a tua mãe não te dá educação eu dou-te umas boas vassouradas que tu pões-te fina.
Filipa: Aih pah as velhas andaram a dar na veia. (ri)
(A dona Albertina enerva-se e incomoda a escritora, que se levante e vai ter com eles.)
Fátima: Desculpai-me intervir, mas não deixei de ouvir a vossa conversa. A menina deve-se controlar a falar com as pessoas. Pois não é a profissão, muito menos o dinheiro que lhe permite faltar ao respeito às pessoas que não conhece.
Filipa: Pah está toda comida.
Fátima: É de lamentar, tal como a senhora disse, este mundo está perdido.
P. Costa: Tal e qual como eu disse.
Flávia: A menina deve pensar que é mais do que eu.
Filipa: Longe de mim tal pensamento. Chamo-me Luana, estou uma beca mal disposta. Admito que errei e depois? Errar é humano.
Flávia: Errar? Vós não errais. Nessa idade copiais a morangada, e agora essa vampiragem que há para aí.
P. Costa: Aliás, isso vê-se pela tua roupa.
Fátima: Tal como disse Voltarire ”A primeira lei da natureza é a tolerância – já que temos todos uma porção de erros e fraquezas”.
Filipa: Voltar… Quantos?
Fátima: Voltarire, um célebre pensador.
Flávia: Bem, pensadores eu só conheço o meu vizinho.
P. Costa: Tem cá um jeito para falar. É um miminho.
Filipa: Nunca ouvi falar do “voltar coisos” na escola. Bem, lá também não se aprende nada. É só curtir com o pessoal.
Flávia: Aí no meu tempo o respeito era muito bonito. Não havia nada disso.
Fátima: Minha senhora os tempos são outros, e sabe como é. Tudo é bonito se for compreendido e claro respeitado. A menina Luana, não acha que lhe ficava, melhor um outro tipo de linguagem e de respeito por quem trabalha honestamente?
Filipa: Talvez, mas repare o que nos forma é a sociedade certo?
Fátima: Sim, é um facto.
P. Costa: Então para me mudar, mude a sociedade.
Flávia: Mudar?
P. Costa: Só com outro Salazar.
Fátima: Não diga isso. Talvez houvesse mais respeito. Mas a arte não era reconhecida. É preciso criticar, é preciso mudar, apreciar uma boa tela de Picasso, descobrir em cada traço algo de novo.
Filipa: Picasso era um chavalo que andava lá na escola.
Flávia: Oh não há direitos, eu mato-me a trabalhar, esse passava os dias sentado a desenhar e ganhava mais do que eu por cada dia de trabalho.
Fátima: Sabe como é, a vida está difícil. Existe muito desemprego. Está tudo muito mal organizado.
Filipa: Tal como me disseram é preciso mudar.
Flávia: Esta civilização.
P. Costa: Está perdida.
Filipa: Eu não sei muito mas tal como diz Fernando Pessoa, “Falas de Civilização…”
Fátima: “Falas de civilização, e de não dever ser,
Ou de não dever ser assim.
Dizes que todos sofrem, ou a maioria de todos,
Com as coisas humanas postas desta maneira,
Dizes que se fossem diferentes, sofreriam menos.
Filipa: Dizes que se fossem como tu queres, seriam melhor.
Escuto sem te ouvir.
Flávia: Tu conheces isso?
Filipa: Claro, ah sempre algo a saber.
Fátima: As aparências iludem. Há que ser diferente. E se me permite dizer a menina Francisca, não há nada como a arte.
P. Costa: E o respeito.
Flávia: Que foi o motivo desta conversa.
Filipa: Sim, e respeito. Agora vou bazar que tenho cenas a fazer. Xau
__________________________________________________________________
Flávia: Já me viu isto?
Fátima: Ainda é novinha deixe lá. Se permite vou continuar a minha leitura. Continuação de um bom dia dona Albertina e dona Francisca.
Flávia: Desculpe o incómodo.
P. Costa: Foi um prazer conhece-la.
Fátima: Até uma próxima.
P. Costa: E ainda por cima deixaram tudo sujo. Este mundo está perdido.
Fátima: Desculpem, mas sou obrigada a concordar convosco. Eu sou a escritora Sophia Anderson.
P. Costa: Eu sou a Dona Francisca.
Flávia: Eu sou a dona Albertina, moramos ali na esquina.
P Costa: Está ver? Também éramos boas para a rima.
2V – Ah que trabalhar! Ah que trabalhar!
Flávia – Que é para isso que nos pagam.
P Costa: Esta vida não é só gozar.
(A dona Albertina e D. Francisca, continua a varrer, e são impedidas por uma adolescente que está sentada no sitio onde elas querem varrer.)
2: A menina não quer levantar esse traseiro do chão para eu varrer?
Filipa: Vocês pensam que mandam em mim? Pah desde quando? Nem a minha cota manda em mim vão ser estas parolas de vassoura na mão.
2: Parolas?
Flávia: Eu dou-te as parolas.
P. Costa: Se a tua mãe não te dá educação eu dou-te umas boas vassouradas que tu pões-te fina.
Filipa: Aih pah as velhas andaram a dar na veia. (ri)
(A dona Albertina enerva-se e incomoda a escritora, que se levante e vai ter com eles.)
Fátima: Desculpai-me intervir, mas não deixei de ouvir a vossa conversa. A menina deve-se controlar a falar com as pessoas. Pois não é a profissão, muito menos o dinheiro que lhe permite faltar ao respeito às pessoas que não conhece.
Filipa: Pah está toda comida.
Fátima: É de lamentar, tal como a senhora disse, este mundo está perdido.
P. Costa: Tal e qual como eu disse.
Flávia: A menina deve pensar que é mais do que eu.
Filipa: Longe de mim tal pensamento. Chamo-me Luana, estou uma beca mal disposta. Admito que errei e depois? Errar é humano.
Flávia: Errar? Vós não errais. Nessa idade copiais a morangada, e agora essa vampiragem que há para aí.
P. Costa: Aliás, isso vê-se pela tua roupa.
Fátima: Tal como disse Voltarire ”A primeira lei da natureza é a tolerância – já que temos todos uma porção de erros e fraquezas”.
Filipa: Voltar… Quantos?
Fátima: Voltarire, um célebre pensador.
Flávia: Bem, pensadores eu só conheço o meu vizinho.
P. Costa: Tem cá um jeito para falar. É um miminho.
Filipa: Nunca ouvi falar do “voltar coisos” na escola. Bem, lá também não se aprende nada. É só curtir com o pessoal.
Flávia: Aí no meu tempo o respeito era muito bonito. Não havia nada disso.
Fátima: Minha senhora os tempos são outros, e sabe como é. Tudo é bonito se for compreendido e claro respeitado. A menina Luana, não acha que lhe ficava, melhor um outro tipo de linguagem e de respeito por quem trabalha honestamente?
Filipa: Talvez, mas repare o que nos forma é a sociedade certo?
Fátima: Sim, é um facto.
P. Costa: Então para me mudar, mude a sociedade.
Flávia: Mudar?
P. Costa: Só com outro Salazar.
Fátima: Não diga isso. Talvez houvesse mais respeito. Mas a arte não era reconhecida. É preciso criticar, é preciso mudar, apreciar uma boa tela de Picasso, descobrir em cada traço algo de novo.
Filipa: Picasso era um chavalo que andava lá na escola.
Flávia: Oh não há direitos, eu mato-me a trabalhar, esse passava os dias sentado a desenhar e ganhava mais do que eu por cada dia de trabalho.
Fátima: Sabe como é, a vida está difícil. Existe muito desemprego. Está tudo muito mal organizado.
Filipa: Tal como me disseram é preciso mudar.
Flávia: Esta civilização.
P. Costa: Está perdida.
Filipa: Eu não sei muito mas tal como diz Fernando Pessoa, “Falas de Civilização…”
Fátima: “Falas de civilização, e de não dever ser,
Ou de não dever ser assim.
Dizes que todos sofrem, ou a maioria de todos,
Com as coisas humanas postas desta maneira,
Dizes que se fossem diferentes, sofreriam menos.
Filipa: Dizes que se fossem como tu queres, seriam melhor.
Escuto sem te ouvir.
Flávia: Tu conheces isso?
Filipa: Claro, ah sempre algo a saber.
Fátima: As aparências iludem. Há que ser diferente. E se me permite dizer a menina Francisca, não há nada como a arte.
P. Costa: E o respeito.
Flávia: Que foi o motivo desta conversa.
Filipa: Sim, e respeito. Agora vou bazar que tenho cenas a fazer. Xau
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Flávia: Já me viu isto?
Fátima: Ainda é novinha deixe lá. Se permite vou continuar a minha leitura. Continuação de um bom dia dona Albertina e dona Francisca.
Flávia: Desculpe o incómodo.
P. Costa: Foi um prazer conhece-la.
Fátima: Até uma próxima.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Formação do ritmo
Neste módulo o objectivo era a construção de diversos instrumentos, para que fosse possivel a criação de um ritmo entre toda a turma.
A ordem de ritmos foi:
Patrícia Marques;
Catarina Correia;
Andreia e Sofia;
Fátima e Patrícia Costa;
Flávia e Vanessa;
Diana Praça;
Filipa e Diana Vieira;
Catarina Pereira;
Márica e Patrícia Martins;
Mónica;
Tánia;
Patrícia Marques;
A Susana fez o ritmo de fundo.
Os instrumentos variavam entre:
maracas, reque-reque, batuques, pau de chuva, chocalhos, vidrofone, etc.
A ordem de ritmos foi:
Patrícia Marques;
Catarina Correia;
Andreia e Sofia;
Fátima e Patrícia Costa;
Flávia e Vanessa;
Diana Praça;
Filipa e Diana Vieira;
Catarina Pereira;
Márica e Patrícia Martins;
Mónica;
Tánia;
Patrícia Marques;
A Susana fez o ritmo de fundo.
Os instrumentos variavam entre:
maracas, reque-reque, batuques, pau de chuva, chocalhos, vidrofone, etc.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Tipos de instrumentos (onde se insere o meu)
O homem começou a construir instrumentos para tentar imitar os sons da natureza, como o som do trovão, o som do vento nas árvores, o som dos pássaros, ou dos gritos dos animais que caçava.
Classificação e divisão dos instrumentos musicais:
Instrumentos de Corda: faz-se referência à parte do instrumento que vibra (de que forma a corda é posta em vibração);
Instrumentos de sopro: é a força activadora da vibração;
Instrumentos de percussão: faz-se referência ao modo de execução.
O instrumento que decidi fazer integra os instrumentos de percussão e chama-se maraca.
O instrumento que decidi fazer integra os instrumentos de percussão e chama-se maraca.
As maracas são, normalmente, feitas de maboque. Depois de seco fazem-se uns pequenos orifícios e no seu interior colocam-se sementes secas. Hoje já se põe, por maior facilidade, missangas.
Processo de construção
Material:
- Uma lata de colacau (vazia);
- Papel de embrulho;
- Dois CDs;
- Tinta preta;
- Tinta magenta;
- Pincel;
- Sementes;
1º- Coloquei as sementes na lata de colacau;
2º- Revesti a caixa com papel de embrulho;
3º- Colei os CDs nas pontas da lata;
4º- Pintei a lata e os CDs de preto e magenta.
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